26 de agosto de 2016

A saga dos antibióticos sem receita!

Meus amigos, aprendam uma coisa: não se vendem, eu volto a repetir, NÃO SE VENDEM antibióticos sem receita médica!! E quem o faz é um prevaricador que gosta de brincar com o fogo e com as regras (que, infelizmente, não são controladas por quem de direito. Pelo menos não com tanta frequência quanto a desejável...).

Por isso, não me venham com histórias de "ah o meu médico falou comigo pelo telefone" ou "ah eu trago a receita amanhã" que não vale a pena.

Falou consigo pelo telemóvel? Então que envie a receita por mensagem (sim, agora é possível!).
Traz a receita amanhã? Simples. PRIMEIRO vai ao médico, DEPOIS é que vem buscar o antibiótico.

O que mais me irrita é o seguinte: uma pessoa recusa-se a vender o antibiótico sem receita médica porque, hello??? estamos a zelar pela sua própria saúde, e a pessoa, toda ofendida (com muita razão, querem ver?), sai porta fora e não leva mais nada! Se for preciso depois ainda vem abanar a caixinha do antibiótico, com ar de triunfo (e mesquinhez) que lhe venderam numa outra farmácia.

Enfim, quando é que as pessoas aprendem?!

3 comentários:

  1. Bom dia sr. Ricardo queria um medicamento para dormir e trago a receita para o ano ahahah

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    1. Esse é outro caso que tal. Engraçado são aqueles que começam a conversa dizendo "na Farmácia onde costumo comprar eles vendem sem receita. Preciso de A, B e C e não tenho receita. Vendem? Lá vendem...". Escusado será dizer que quando se diz "Não" as pessoas começam logo a reclamar... enfim. Há que educar a população.

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  2. Não aprendem!

    E quando eles(utentes, doentes...) entram no consultório logo com o quadro clínico "feito" e dizem: «Dr., preciso de um antibiótico qualquer...»
    - E como sabe que precisa de um antibiótico?
    - Vi na net!

    :)))))))
    ;)

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